Os Três
Mosqueteiros que são Quatro
Num “reino” participativo
há a necessidade de pessoas dispostas a colaborar, pois somente o príncipe regente
(síndico) não consegue sozinho resolver e ver todos os problemas que ocorrem diuturnamente
sete dias por semana, então surge às figuras dos “mosqueteiros” (conselheiros) do
Reino do Figueira da Foz.
O mosqueteiro Duke
de Menegaz e Fagundes, ajuda no que pode desde que abdicou da coroa para se
dedicar ao sonho de povoar as bocas desdentadas dos reinos de Balneário
Camboriu e o vizinho reino de Itajai. Dedicado a linda duquesa de Sprandel e
aos pequenos infantes Dom Bernardo e pequeno Dom Francisco de Sprandel Fagundes
.
O mosqueteiro Humberto
com seu “cavalo negro de fibra de” carbono (ciclista), comerciante de prata, tem
dez olhos, sempre atento e atuante sobe todos os dias à torre do palácio
verificando cada detalhe, cada trinca, cada lâmpada queimada, sabe décor todas
as placas dos cavalos do reino, enquanto sua amada Lady Cleide de Vicente e
Melo é responsável pelo ouro os presentes e a visão dos súditos do Reino
Vizinho de Balneário Camboriu. A doce filha do casal Princesa Ana Julia de Vicente e Melopassa os dias com as damas
do vizinho reino de Balneário Camboriu, estudando, rindo e brincando nos
jardins do reino.
O Mosqueteiro Dom
Alan Pinheiro de Paula, Xerife do reino, sempre vigilante a segurança do
pequeno reino de Figueira da Foz, mantém os inimigos longe das fronteiras do
reino e do reino de Balneário Camboriú, montado em seu lindo cavalo Mercedes
Bens. Enquanto Dom Alan cuida do reino a princesa Carol dedica-se a cuidar da
infanta Alana e do seu primogênito Dom Felipe de Paula.
O sempre alegre e
brincalhão Dom Eduardo de Pasa e Eliane, quando não está em longas viagens pelos
reinos distantes está sempre pronto com seu pombo correio chamado “iphone”
enviando e recebendo mensagens de reinos distantes, e ladrilhando palácios pelo
mundo a fora, sua amada princesa Ana “comanda” o castelo e cuida noite e dia
para que a Justiça sempre impere no reino. Afastada das funções momentaneamente
devido ao nascimento do pequeno príncipe João Eduardo de Sella e Pasa, está
sempre atenta aos afazeres do Palácio pouco comparecendo as festas da Corte.
Como o reino de
Figueira da Foz é um reino democrático, o príncipe regente Dom Jerlei de Saad e
Barbosa, ouve a voz do povo do reino nas audiências festivas ao redor da
piscina e da churrasqueira do reino. Podendo assim cumprir com justiça e celebridade
os tão prementes problemas do reino. Serviçais que não cumprem contratos
firmados com o reino são banidos pelo Príncipe Regente e seus quatro leais mosqueteiros.
E eles juntos partem na missão de encontrar súditos leais a Coroa.
A rainha mãe Dona
Vanessa de Pastorello e Tavares auxilia o marido dom Jerlei sendo encarregada
das comunicações e dos arquivos do reino bem como é a historiadora de Figueira
da Foz para que os feitos do Príncipe e seus fieis mosqueteiros sejam
informados a todos os súditos e para que a tão sonhada paz reine absoluta em
todos os Castelos do reino.

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