domingo, 13 de março de 2016

Os Três Mosqueteiros que são Quatro








Num “reino” participativo há a necessidade de pessoas dispostas a colaborar, pois somente o príncipe regente (síndico) não consegue sozinho resolver e ver todos os problemas que ocorrem diuturnamente sete dias por semana, então surge às figuras dos “mosqueteiros” (conselheiros) do Reino do Figueira da Foz.
O mosqueteiro Duke de Menegaz e Fagundes, ajuda no que pode desde que abdicou da coroa para se dedicar ao sonho de povoar as bocas desdentadas dos reinos de Balneário Camboriu e o vizinho reino de Itajai. Dedicado a linda duquesa de Sprandel e aos pequenos infantes Dom Bernardo e pequeno Dom Francisco de Sprandel Fagundes .
O mosqueteiro Humberto com seu “cavalo negro de fibra de” carbono (ciclista), comerciante de prata, tem dez olhos, sempre atento e atuante sobe todos os dias à torre do palácio verificando cada detalhe, cada trinca, cada lâmpada queimada, sabe décor todas as placas dos cavalos do reino, enquanto sua amada Lady Cleide de Vicente e Melo é responsável pelo ouro os presentes e a visão dos súditos do Reino Vizinho de Balneário Camboriu. A doce filha do casal  Princesa Ana Julia de Vicente e Melopassa os dias com as damas do vizinho reino de Balneário Camboriu, estudando, rindo e brincando nos jardins do reino.
O Mosqueteiro Dom Alan Pinheiro de Paula, Xerife do reino, sempre vigilante a segurança do pequeno reino de Figueira da Foz, mantém os inimigos longe das fronteiras do reino e do reino de Balneário Camboriú, montado em seu lindo cavalo Mercedes Bens. Enquanto Dom Alan cuida do reino a princesa Carol dedica-se a cuidar da infanta Alana e do seu primogênito Dom Felipe de Paula.
O sempre alegre e brincalhão Dom Eduardo de Pasa e Eliane, quando não está em longas viagens pelos reinos distantes está sempre pronto com seu pombo correio chamado “iphone” enviando e recebendo mensagens de reinos distantes, e ladrilhando palácios pelo mundo a fora, sua amada princesa Ana “comanda” o castelo e cuida noite e dia para que a Justiça sempre impere no reino. Afastada das funções momentaneamente devido ao nascimento do pequeno príncipe João Eduardo de Sella e Pasa, está sempre atenta aos afazeres do Palácio pouco comparecendo as festas da Corte.
Como o reino de Figueira da Foz é um reino democrático, o príncipe regente Dom Jerlei de Saad e Barbosa, ouve a voz do povo do reino nas audiências festivas ao redor da piscina e da churrasqueira do reino. Podendo assim cumprir com justiça e celebridade os tão prementes problemas do reino. Serviçais que não cumprem contratos firmados com o reino são banidos pelo Príncipe Regente e seus quatro leais mosqueteiros. E eles juntos partem na missão de encontrar súditos leais a Coroa.
A rainha mãe Dona Vanessa de Pastorello e Tavares auxilia o marido dom Jerlei sendo encarregada das comunicações e dos arquivos do reino bem como é a historiadora de Figueira da Foz para que os feitos do Príncipe e seus fieis mosqueteiros sejam informados a todos os súditos e para que a tão sonhada paz reine absoluta em todos os Castelos do reino.


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